Abstract
Buscando aumentar o sucesso dos agentes de segurança pública nas perícias realizadas em veículos furtados que apresentam o número de identificação adulterado, foi analisado a extensão da zona deformada plasticamente causada pela marcação do caractere em corpos de prova marcados com 2,3 e 5 toneladas de força. Foi utilizado a técnica de microscopia ótica e retífica plana para determinar a profundidade da marcação. Em seguida foi utilizado o ensaio de microdureza Vickers e microscopia ótica para a medição da zona de encruamento tendo em vista que tal zona é diretamente afetada no momento da remoção no ato do crime. Os resultados apontam que existe uma relação ao aumentar a força de marcação com o aumento da profundidade da zona de encruamento, além de ambas as técnicas se mostrarem eficientes para a medição de tais regiões. A profundidade de 0,200mm recomendada pela norma ABNT foi atingida quando se utilizou uma força de 2 toneladas, o que gerou uma camada de encruamento de aproximadamente 0,7mm. Os resultados demostraram que caso a profundidade de marcação fosse ampliada para 0,7mm, uma zona encruada de 1,2mm seria gerada, dificultando muito a sua remoção, torna-se necessário a intensificação dos estudos na área visando a melhoria e comprovação dos resultados e consequentemente o aumento do sucesso em perícias.
Publisher
South Florida Publishing LLC
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