Abstract
Este artigo explora a problemática da existência de uma Arqueologia do Antropoceno que, a par de uma Arqueologia Contemporânea, é defendida como sendo um passo necessário a aplicar para a disciplina em geral. Passando pela noção de tempo, por uma identidade própria e pelos novos contactos com a materialidade, o texto procura oferecer uma perspetiva sobre os problemas e possibilidades da etapa cunhada como sendo o período de grande transformação nos sistemas ecológicos a nível planetário e a sua ligação às práticas arqueológicas.