Author:
Landara Bezerra Soares Sérgia,Lopes Ferreira Marleide,de Abreu Carolino Rodolfo,Alexandre Lima e Silva Fernanda,de Mélo Carvalho Daniel,Pessoa Leite Anacácia,Pereira Brocos Pires Lívia
Abstract
Introdução: Os Programas de Residência Multiprofissional (PRM) em Saúde são mecanismos de cooperação intersetorial que visam a inserção de jovens profissionais da saúde qualificados para exercer suas profissões no mercado de trabalho, particularmente preparados para trabalhar e contribuir para o desenvolvimento e construção do SUS. O Programa de Residência em Saúde Coletiva com foco em gestão e planejamento em saúde permite projetar a habitual rotina reproduzida no dia a dia dos serviços de saúde, como antigas práticas da saúde pública tradicional para uma expectativa de inovação que modifique os modelos de cuidado e gestão em saúde. Objetivo: Avaliar a atuação, atividades, a interação e estrutura organizacional de um PRM. Metodologia: O estudo transversal foi realizado no Alto Sertão da Paraíba com amostra (n=29) participante do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva (tutores, residentes, preceptores e coordenadores). Esses profissionais responderam a um questionário autoaplicado que envolvia questões avaliativas no âmbito estrutural, organizacional e de atuação do PRM. A análise dos dados foi obtida a partir da frequência absoluta e relativa dos dados. Resultado: Os resultados mostraram dados quantitativos divididos em três diferentes dimensões do programa, a dimensão da gestão, da estrutura organizacional e do processo pedagógico. Quanto ao grau de envolvimento entre tutores, preceptores e IES na implantação do PRMSC, 50% consideraram que houve um envolvimento parcial na implantação. No quesito vínculo entre a IES com a RMSC, a totalidade dos participantes respondeu que esse vínculo se faz presente. Na vertente da participação dos residentes, tutores e preceptores nas avaliações sistemáticas do PRMSC, 42,9% consideraram que existe pouca participação. Sobre o processo de avaliação do PRMSC, 28,6% dos profissionais envolvidos consideraram que as avaliações são previstas e realizadas ao longo do programa, entretanto uma parcela semelhante de profissionais considerou que essas avaliações são previstas e não realizadas. A partir desses dados foi possível a identificação e discussão de fragilidades que devem ser superadas para o fortalecimento do PRMSC. Conclusão: Conclui-se que os instrumentos avaliativos são importantes para a identificação de pontos que precisam ser melhorados dentro do programa, utilizando-se da percepção da amostra inserida no programa para direcionamentos que visem promover melhorias nos pontos de fragilidades encontrados, possibilitando assim o fortalecimento e desenvolvimento do programa.
Palavras-chave: Internato e Residência, Saúde Pública, Avaliação de programa.
Publisher
Revista Interdisciplinar em saude
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