Affiliation:
1. Universidade Estadual de Middle Tennessee, US
Abstract
Os 'caboclos' da Amazônia brasileira estão classificados variavelmente como camponeses, extratores, povo rústico e descendentes miscigenados de europeus, indígenas e africanos. Em quase todos os usos se reconhece um tom pejorativo e raramente usado para chamar uma pessoa do mesmo nível social. As poucas pessoas que se identificam como 'caboclo' usam a palavra para referir-se a si mesmos, a não ser em condições especiais. Aceita-se que uma das finalidades das ciências sociais, particularmente a antropologia, é entender todas as culturas no mesmo nível e dar-lhes a mesma integridade que damos a nossa. Por que, então, insistimos em usar este termo? Esta pesquisa examina esta dúvida através da discussão sobre a representação e o uso de autoridade na documentação etnográfica
Subject
Linguistics and Language,Archaeology,Anthropology,Language and Linguistics,Archaeology
Reference67 articles.
1. Negros de Trombetas: guardiães de matas e rios;ACEVEDO R,1998
2. Extractivism in the Brazilian Amazon: Perspectives on Regional Development;ALLEGRETTI M. H
3. Alternatives to Deforestation: steps toward sustainable use of the Amazonia rain forest;ALLEGRETTI M. H
4. Valuing the Rain Forest: economic strategies by small-scale forest extractivists in the Amazon estuary;ANDERSON A;Human Ecology
5. Prosperity's Promise: the Amazon rubber boom and distorted economic development;BARHAM B,1997
Cited by
10 articles.
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