Abstract
Afetando 1-2% da população mundial e representado até 40% dos pacientes em serviços especializados em cefaleia, a cefaleia por uso excessivo de medicamentos segue um desafio. Iniciando pela necessidade de conscientizar os profissionais desde a atenção básica, passando pela educação do paciente e finalizando pelo adequado (e de sucesso) manejo, ainda há muito o que fazer na área. Esta revisão da literatura, busca alertar não apenas para a importância do reconhecimento da condição mas principalmente trazer o que há de mais recente no melhor manejo dos pacientes que padecem com dores mais de 14 dias por mês e que ainda vêem os analgésicos como única forma de tratamento.